O Sussurro da Mãe Selvagem Entre Tantas Vozes

Como ouvir a minha própria voz se, dentro da minha cabeça, ecoam as vozes de tantas outras mulheres? Quem sou eu, e quem devo ser, agora que carrego uma criança em meus braços?

Inspirada por Clarissa Pinkola Estés, eu te lembro: depois de gerar e parir, toda mulher merece recolher seus ossos, se reintegrar, se reconhecer e abraçar a nova face que nasce junto com o bebê. Esse acesso se dá no silêncio e no sentir. Assim como a mente precisa de espaço, o corpo também precisa se reconhecer. Esse é um convite à reflexão. Quando a maternidade é guiada apenas pelas vozes externas, muitas mulheres se afastam de si, não por falta de amor ou força, mas porque foram ensinadas a desconfiar da própria sabedoria.


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